Criado em 27 de setembro de 1994 o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça teve seu nome contado em "causo" e imortalizado por Mário de Andrade em um poema que relata a história de um casal que, logo após a cerimonia de casamento, cruzaram a Serra de volta para casa, quando o cavalo da moça, escorregou no casalho e caiu no fundo do grotão. O marido, desesperado, esporou seu cavalo ribanceira abaixo e, "a Serra do Rola-Moça, Rola-Moça se chamou".
Com colorido especial e relevo peculiar, o Parque apresenta uma vegetação diversificada onde encontramos espécies como o ipê, cambuí, aroeira branca, xaxim, sangra d'água, canela, unha-de-vaca, pau d'óleo, quaresmeira, cangerana, cedro, carne de vaca, cambotá, pau ferro, pequi, jacarandá do cerrado, ipê cascudo, murici, jatobá-do-cerrado, pau-santo, pau de tucano, araticum e canela-de-ema.
Sendo habitat natural de espécies da fauna ameaçadas de extinção como a onça parda, jaguatirica, gato mourisco, gato do mato, lobo guará, raposa, mão-pelada, coati, irara, lontra, ouriço, preá, tamanduá-de-colete, tatu peba, tatu galinha, caititu, veado catingueiro, veado campeiro, guigó e mico estrela.
O Parque abriga seis importantes mananciais de água - Taboões, Rola-moça, Bálsamo, Barreiro, Mutuca e Catarina - declarados pelo Governo Estadual como Áreas de Proteção Especial, que garantem a qualidade dos recursos hídricos que abastecem parte da população da região metropolitana. Para assegurar a proteção destes mananciais, esta área do Parque não está aberta à visitação pública.







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